Projeto elaborado pelas professoras Aline Pires Couto e Maria Gabriela Souza.
Projeto: Natal.
Clientela atingir: alunos de 03 a 04 anos de idade.
Duração: 01 a 22 de dezembro de 2009.
Justificativa: No mundo existem fatos tão especiais que devem ser lembrados. As pessoas marcam esses momentos com uma data. Por isso, no dia 25 de dezembro comemora - se o Natal, com propósito de celebrar o Real Espírito de Natal. Pretendemos conduzir uma série de atividades que facilitem a aquisição e construção de conhecimentos das tradições de Natal pelos alunos de forma participativa, descontraída, buscando integrar a perspectiva de diversas áreas.
Objetivo geral: Despertar nos alunos o verdadeiro sentido do Natal através da participação de atividades alegres e espontâneas, enfatizando um ambiente festivo, perceptivo. a solidariedade e amor ao próximo.
Objetivos específicos:
• Compreender o significado do Natal;
• Identificar os símbolos do Natal;
• Estimular a socialização;
• Participar de atividades que envolvam histórias, brincadeiras e canções para despertar e esclarecer curiosidades sobre o Natal;
• Produzir trabalhos artísticos, utilizando a linguagem do desenho, da pintura, da colagem, da construção, desenvolvendo o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de produção e criação;
• Promover e estimular a linguagem oral;
• Estabelecer e ampliar as relações sociais;
• Estimular a afetividade entre as crianças e professores;
• Desenvolver atenção e a criatividade;
• Praticar a coordenação motora fina e ampla;
• Desenvolver a expressão corporal;
• Brincar expressando emoções, sentimentos, pensamento, desejos e necessidades;
• Desenvolver a leitura através da visualização de figuras, vídeos;
• Produzir texto a partir da história da hora do conto.
Conteúdos:
• Data comemorativa – Natal.
• Símbolos natalinos;
• Motricidade fina e ampla;
• Expressões gráficas: desenho, pintura, montagem, colagem, noção de limite na folha;
• Grafismo: ligar e traçar;
• Noção de quantidade;
• Noção de tempo;
• Expressão corporal;
• Historinhas;
• Criatividade, imaginação e dramatização.
• Música e ritmo;
• Socialização;
• Produção textual.
Metodologia:
• Conversa informal sobre a história do Natal e seus símbolos;
• Apresentação e atividades com os símbolos do Natal (Sino, Guirlanda, Presépio, Papai Noel, Bota, Estrela, Bolas, Renas, Anjos);
• Enfeitar a sala com motivos natalinos;
• Construção de uma árvore de Natal com garrafas pet;
• Confecção de uma guirlanda para porta da sala;
• Construção de enfeites natalinos para árvore;
• Construção de um Presépio para sala;
• Ensaios de músicas e teatrinho para a apresentação;
• Confecção de um cartão para o amigo oculto;
• Amigo secreto;
• Grafismo (atividades: de ligar e traçar);
• Pinturas e recortes;
• Músicas natalinas: Bate o Sino, Noite Feliz, Natal das Crianças, Bom Natal, Bom Velhinho;
• Hora do conto: Estrelinha mágica-turma da Mônica, Carinhos Quentes, Caixinha de Fósforos;
• Gincanas, brincadeiras e ensaio de um coral com a música Natal das Crianças para apresentação;
• Confecções de acessórios para a gincana;
• Confraternização – festa de Natal.
Culminância:
• Apresentação da música "Natal das Crianças".
• Festa de encerramento com a Chegada do Papai Noel;
• Números musicais e distribuição de surpresa.
Avaliação: Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
NATAL
Enfeite a árvore de sua vida
com guirlandas de gratidão!
Coloque no coração laços de cetim rosa,
amarelo, azul, carmim,
Decore seu olhar com luzes brilhantes
estendendo as cores em seu semblante
Em sua lista de presentes
em cada caixinha embrulhe
um pedacinho de amor,
carinho,
ternura,
reconciliação,
perdão!
Tem presente de montão no estoque do nosso coração e não custa um tostão!
A hora é agora! Enfeite seu interior! Sejas diferente! Sejas reluzente!
Neste blog será exibido sugestões de atividades para educação infantil e para o ensino fundamental.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Projeto Natal
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História do Natal

FONTE: http://www.suapesquisa.com/historiadonatal.htm
O Natal
O Natal é uma data muito especial no calendário cristão. Representa o nascimento de Jesus Cristo, o Salvador. Comemora-se esta data todo dia 25 de dezembro de cada ano. Não é apenas um momento de dar e ganhar presentes, mas, principalmente, de reflexão e valorização dos verdadeiros valores cristãos: paz, amor ao próximo, harmonia, caridade, solidariedade, etc.
Origem do Natal e o significado da comemoração
O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.
As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal.
Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.
A Árvore de Natal e o Presépio
árvore de natal
Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período.
Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.
Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram morar na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois, além de decorar, simbolizam alegria, paz e esperança.
O presépio também representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII. As músicas de Natal também fazem parte desta linda festa.
O Papai Noel : origem e tradição
Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.
Foi transformado em santo (São Nicolau) pela Igreja Católica, após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.
A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.
A roupa do Papai Noel
Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.
Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.
Curiosidade: o nome do Papai Noel em outros países
- Alemanha (Weihnachtsmann, O "Homem do Natal"), Argentina, Espanha, Colômbia, Paraguai e Uruguai (Papá Noel), Chile (Viejito Pascuero), Dinamarca (Julemanden), França (Père Noël), Itália (Babbo Natale), México (Santa Claus), Holanda (Kerstman, "Homem do Natal), POrtugal (Pai Natal), Inglaterra (Father Christmas), Suécia (Jultomte), Estados Unidos (Santa Claus), Rússia (Ded Moroz).
Presépio de Natal
Significado do présepio de Natal
O presépio é uma montagem com peças, que faz referência ao momento do nascimento de Jesus Cristo. Com o menino Jesus na manjedoura ao centro, o presépio apresenta o local e os personagens bíblicos que estavam presentes neste importante momento cristão.
Origem do presépio de Natal
De acordo com fontes históricas, o primeiro presépio foi montado por São Francisco de Assis no Natal de 1223. O frade católico, montou o presépio em argila na floresta de Greccio (comuna italiana da região do Lácio). Sua ideia era montar o presépio para explicar as pessoas mais simples o significado e como foi o nascimento de Jesus Cristo.
No século XVIII, a tradição de montar o presépio, dentro das casas das famílias, se popularizou pela Europa e, logo em seguida, por outras regiões do mundo.
Tradição da montagem do presépio
É tradição em várias regiões do mundo a montagem do presépio na época de Natal. Os presépios podem varias em tamanho e materiais usados. Existem presépios minúsculos e outros em tamanho real. As peças podem ser feitas de madeira, argila, metal ou outros materiais. O mais comum, atualmente, é a montagem dentro das casas das famílias cristãs. Porém, encontramos também presépios em lojas, empresas, praças, escolas e outros locais públicos.
Peças do presépio (personagens representados)
- Menino Jesus (filho de Deus e o Salvador)
- Virgem Maria (mãe de Jesus Cristo)
- José (pai de Jesus Cristo)
- Manjedoura com palhas em um curral (local onde nasceu Jesus)
- Burro e Boi ou ovelhas (animais do curral, representam a simplicidade do local onde Jesus nasceu)
- Anjos (responsáveis por anunciar a chegada de Jesus)
- Estrela de Belém (orientou os reis Magos quando Jesus nasceu)
- Pastores (representam a simplicidade das pessoas do local em que Jesus nasceu)
- Reis Magos (Melquior, Baltazar e Gaspar)
Árvore de Natal
História e significado da árvore de Natal
Em vários países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para enfeitar casas e outros ambientes. Junto com as decorações natalinas, as árvores garantem um clima especial nesta importante época do ano.
De acordo com pesquisadores das tradições cristãs, a montagem de árvore de Natal teve início no ano de 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Numa determinada noite, enquanto andava pela floresta, Lutero ficou impressionado com os lindos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a formar a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua residência. Além das estrelas, algodão e outros ornamentos, Lutero usou velas acesas para mostrar aos seus familiares a linda cena que havia visto na floresta.
Esta tradição chegou ao continente americano através de alguns alemães, que vieram residir na América durante o período colonial.
No Brasil, país em que o cristianismo prevalece, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares na época natalina, pois, além de decorar, simbolizam paz, alegria e esperança. As árvores de Natal também simbolizam a vida, pois em dezembro no hemisfério norte, ocorre o inverno e as árvores perdem as folhas. Uma árvore frondosa e cheia de enfeites simboliza a vida.
Dia de montar a árvore de Natal
- De acordo com a tradição católica, a árvore de Natal deve ser montada a partir do dia 30 de novembro, que é o começo do período do advento. Sua montagem deve ser aos poucos, intensificando-se a partir de 17 de dezembro (momento em que a Bíblia começa a falar do nascimento de Jesus). Em 6 de janeiro (Dia de Reis), de acordo com esta tradição, é o dia de desmontar a árvore de Natal.
História do Papai Noel
O Papai Noel : origem e tradição
Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.
Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.
A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.
Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.
Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.
Papai Noel - Natal - festas natalinas Papai Noel no trenó e suas renas
Atualmente, a figura do Papai Noel está presente na vida das crianças de todo mundo, principalmente durantes as festas natalinas. É o bom velhinho de barbas brancas e roupa vermelha que, na véspera do Natal, traz presentes para as crianças que foram obedientes e se comportaram bem durante o ano. Ele habita o Pólo Norte e, com seu trenó, puxado por renas, traz a alegria para as famílias durante as festas natalinas. Como dizem: Natal sem Papai Noel não é mesma coisa.
Símbolos do Natal e seus significados
ÁRVORE DE NATAL: na tradição cristã, simboliza vida, paz, esperança e alegria
PRESÉPIO DE NATAL: simboliza o momento e o ambiente em que Jesus Cristo nasceu
PAPAI NOEL: representa o bom velhinho que dá presentes para as crianças no dia de Natal
ESTRELA DE NATAL: guiou os três reis magos até o local de nascimento do menino Jesus
SINOS DE NATAL: representa o anúncio para a humanidade do nascimento de Jesus Cristo, o Salvador.
GUIRLANDA: usada como enfeite nas portas de entrada das residências na época do Natal.
Música de Natal - Canções Natalinas
Noite Feliz
Noite feliz, Noite feliz,
O Senhor, Deus de amor,
pobrezinho nasceu em Belém.
Eis na lapa Jesus, nosso bem.
Dorme em paz, oh Jesus.
Dorme em paz, oh Jesus.
Noite de paz! Noite de amor!
Tudo dorme em redor,
entre os astros que espargem a luz,
indicando o Menino Jesus.
Brilha a estrela da paz.
Noite de paz! Noite de amor!
Nas campinas ao pastor,
Lindos anjos mandados por Deus,
Anunciam a nova dos céus;
Nasce o bom Salvador!
Noite de paz! Noite de amor!
Oh, que belo resplendor
Ilumina a o Menino Jesus!
No presépio, do mundo eis a luz,
Sol de eterno fulgor!
Jingle Bells
Hoje a noite é bela Juntos eu e ela
Vamos a capela Felizes a rezar.
Ao soar o sino Sino pequenino
Vem o Deus-Menino Nos abençoar.
Bate o sino pequenino sino de Belém
Já nasceu o Deus menino para o nosso bem!
É Natal, é Natal sininhos de luz!
Replicai, badalai que nasceu Jesus!
Paz na Terra pede o sino alegre a cantar!
Abençoe, Deus Menino sempre o nosso lar!
Brilha, brilha lá no céu
Brilha, brilha, lá no céu,
A estrelinha que nasceu.
Logo outra surge ao lado
Fica o céu iluminado.
Brilha, brilha, lá no céu,
A estrelinha que nasceu
Anoiteceu
Anoiteceu, o sino gemeu,
a gente ficou, feliz a rezar.
Papai Noel, vê se você tem,
a felicidade prá você me dar.
Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel.
Bem assim felicidade, eu pensei que fosse uma brincadeira de papel.
Já faz tempo que pedi, mas o meu Papai Noel não vem.
Com certeza já morreu ou então felicidade é brinquedo que não tem.
Natal das Crianças
Natal, Natal das crianças
Natal da noite de luz
Natal da estrela-guia
Natal do Menino Jesus
Blim, blão, blim, blão,
blim, blão...
Bate o sino da matriz
Papai, mamãe rezando
Para o mundo ser feliz
Blim, blão, blim, blão,
blim, blão...
O Papai Noel chegou
Também trazendo presente
Para a vovó e o vovô
Bom Natal
Quero ver você não chorar,
não olhar pra traz,
nem se arrepender do que faz.
Quero ver o amor vencer,
mas se a dor nascer você resistir e sorrir.
Se você pode ser assim,
tão enorme assim, eu vou crer.
Que o Natal existe, que ninguém é triste,
que no mundo há sempre amor...
Bom Natal, um feliz Natal,
Muito amor e paz, pra você.
Pra você...
Foi na noite de Natal
Foi na Noite de Natal
noite de santa alegria
caminhando vai José
caminhando vai Maria.
Ambos vão para Belém
mais de noite que de dia
e chegaram a Belém
já toda a gente dormia
Buscou lume S.José
pois a noite estava fria
e ficou ao desamparo
sozinha a Virgem Maria
Quando S.José voltou
já viu a Virgem Maria
com o Deus Menino nos braços
que toda a gente alumia.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Selinho
Recebi este selinho da minha amiga blogueira:
http://alinnemeucantinho.blogspot.com/
.png)
Indico as seguintes amigas para esse selinho:
http://wwwbaladegoma.blogspot.com/
http://baudeideiasdaivanise.blogspot.com
http://bloguinfo.blogspot.com/
http://brincandocomcores.blogspot.com/
http://brincandonaescola.blogspot.com/
http://professorachris.blogspot.com/
http://cantinhodadezinha.blogspot.com/
http://cantinhodafantasiadasilvia.blogspot.com/
http://cantinhodaprodenise.blogspot.com/
http://copiadonadacriadocip.blogspot.com/
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Selinho
Selinho Super Fofo oferecido pelo blog
http://oficinadeideiaseducativas.blogspot.com/

Oferecer o selinho para 10 blogs;
Avisar os indicados;
Dizer o que achou do selo: SUPER FOFO... :)
"Eu achei esse selinho fooooooofo!!"
A pessoa que receber o selinho deve deixar um recadinho no blog de quem a indicou.
Ofereço esse selinho aos seguintes blogs:
http://aprenderecia.blogspot.com/
http://profesuzana.blogspot.com/
http://mundinhodacrianca.blogspot.com/
http://armarioludico.blogspot.com/
http://vidadeprofa.blogspot.com/
http://educandocomocoracao.blogspot.com/
http://aprenderecia.blogspot.com/
http://brunaleaolobo.blogspot.com/
http://artedaluluzinha.blogspot.com/
http://patricia-arteecia.blogspot.com/
http://modificandoeducacao.blogspot.com
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domingo, 22 de novembro de 2009
Plano de aula: A tarataruga e a lebre
Conteúdo:
• Raciocínio lógico;
• Atenção;
• Dramatização;
• Coordenação motora fina;
• Pintura e recortes.
Objetivos:
• Desenvolver o raciocínio lógico e a atenção através do jogo da velha dos animais;
• Trabalhar a coordenação motora fina através da confecção do jogo.
Rodinha: em circulo escutar ao som da historinha A tartaruga e a lebre, questionar os alunos sobre a história e dramatizá-la, escolhendo um aluno para ser a tartaruga e outro para ser a lebre, o restante será os animais da floresta.
Materiais para dramatização: fantasia para os personagens principais; tamborzinhos de lata de mucilom e chocalhos de latinhas de Nescau.
Após apresentar o jogo da velha da ”tartaruga” de tamanho grande. Mostrar como se joga.
Resumo da história:
Certo dia, a lebre desafiou a tartaruga para uma corrida, argumentando que era mais rápida e que a tartaruga nunca a venceria. A tartaruga começou a treinar enquanto era observada pela lebre, que se ria dos esforços da tartaruga.
Chegou o dia da corrida. A lebre e a tartaruga posicionaram-se e, após o sinal, partiram. A tartaruga estava correndo o mais rapidamente que conseguia, mas foi ultrapassada pela lebre que, visto já estar a uma longa distância da sua concorrente, se deitou a dormir.
Enquanto a lebre dormia, não se dava conta que a tartaruga se ia aproximando mais rapidamente da linha de chegada. Quando acordou, a lebre, horrorizada, viu que a tartaruga estava muito perto da linha de chegada. Assim, a lebre começou a correr o mais depressa que pode, tentando a todo o custo ultrapassar a tartaruga. Não conseguiu.
Após a vitória da tartaruga, todos foram festejar com ela.
Atividade 1: confeccionando o jogo da velha.
Materiais: desenhos de tabuleiro, muc.
Distribuir os desenhos que serão os tabuleiros do jogo e cada aluno terá que colorir o seu.

2 plano de aula:
Conteúdo:
• Construção de texto – A TARTARUGA E A LEBRE (fala dos alunos);
• Desenho livre sobre a história;
• Cartaz com o texto e os desenhos;
• Educação física.
Objetivos:
• Construir um texto da história da tartaruga e a lebre;
• Desenvolver a criatividade através de desenhos;
• Confeccionar um cartaz com a história recontada pelos alunos.
Atividade 1: construindo o texto.
Em círculo o professor irá fazer com que os alunos lembrem sobre a história A TARTARUGA E A LEBRE. O professor irá escrevendo-a em um cartaz em forma de texto a história contada pelos alunos deixando espaço para os mesmos ilustrarem.
Atividade 2: recontando a historia da Tartaruga e a Lebre.
Pedir que os alunos recontem a história para o grande grupo.

3 plano de aula:
Conteúdo:
• Motricidade fina;
• Traçado e colagem;
• Coordenação motora ampla.
Objetivos:
• Trabalhar a motricidade fina;
• Desenvolver movimentos amplos.
Atividade 1: relembrar a historinha da Tartaruga e a Lebre, após aplicar a atividade.

4 plano de aula:
Conteúdo:
• Dramatização - da historinha Tartaruga e a Lebre;
• Qualidades;
• Construção - mural das qualidades da Tartaruga;
• Recortes e colagem - com revistas no mural.
Objetivos:
• Dramatizar histórias;
• Identificar e transmitir qualidades;
• Trabalhar a motricidade fina.
Atividade 1: encenar com os alunos a história da Tartaruga e a Lebre.
Materiais para dramatização: fantasia para os personagens principais; tamborzinhos de lata de mucilom e chocalhos de latinhas de Nescau para o restante da turma.
Atividade 2: qualidades.
Questionar os alunos sobre qualidades, se eles sabem o que é, e após perguntar quais as qualidades que a Tartaruga e a Lebre têm.
Atividade 3: mural das qualidades da Tartaruga.
Materiais: papel pardo, revistas e muc.
Desenhar uma tartaruga grande no papel pardo onde os alunos terão que recortar de revistas imagens que gostaram e colar no casco da tartaruga. Após o professor irá questionar novamente os alunos solicitando que cada um, de uma qualidade a Tartaruga. Escrever o a qualidade no mural junto o nome do aluno.
Fixar o mural na parede da escola.
Mais atividades para trabalhar com o tema.
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Molde da tartaruga
• Raciocínio lógico;
• Atenção;
• Dramatização;
• Coordenação motora fina;
• Pintura e recortes.
Objetivos:
• Desenvolver o raciocínio lógico e a atenção através do jogo da velha dos animais;
• Trabalhar a coordenação motora fina através da confecção do jogo.
Rodinha: em circulo escutar ao som da historinha A tartaruga e a lebre, questionar os alunos sobre a história e dramatizá-la, escolhendo um aluno para ser a tartaruga e outro para ser a lebre, o restante será os animais da floresta.
Materiais para dramatização: fantasia para os personagens principais; tamborzinhos de lata de mucilom e chocalhos de latinhas de Nescau.
Após apresentar o jogo da velha da ”tartaruga” de tamanho grande. Mostrar como se joga.
Resumo da história:
Certo dia, a lebre desafiou a tartaruga para uma corrida, argumentando que era mais rápida e que a tartaruga nunca a venceria. A tartaruga começou a treinar enquanto era observada pela lebre, que se ria dos esforços da tartaruga.
Chegou o dia da corrida. A lebre e a tartaruga posicionaram-se e, após o sinal, partiram. A tartaruga estava correndo o mais rapidamente que conseguia, mas foi ultrapassada pela lebre que, visto já estar a uma longa distância da sua concorrente, se deitou a dormir.
Enquanto a lebre dormia, não se dava conta que a tartaruga se ia aproximando mais rapidamente da linha de chegada. Quando acordou, a lebre, horrorizada, viu que a tartaruga estava muito perto da linha de chegada. Assim, a lebre começou a correr o mais depressa que pode, tentando a todo o custo ultrapassar a tartaruga. Não conseguiu.
Após a vitória da tartaruga, todos foram festejar com ela.
Atividade 1: confeccionando o jogo da velha.
Materiais: desenhos de tabuleiro, muc.
Distribuir os desenhos que serão os tabuleiros do jogo e cada aluno terá que colorir o seu.

2 plano de aula:
Conteúdo:
• Construção de texto – A TARTARUGA E A LEBRE (fala dos alunos);
• Desenho livre sobre a história;
• Cartaz com o texto e os desenhos;
• Educação física.
Objetivos:
• Construir um texto da história da tartaruga e a lebre;
• Desenvolver a criatividade através de desenhos;
• Confeccionar um cartaz com a história recontada pelos alunos.
Atividade 1: construindo o texto.
Em círculo o professor irá fazer com que os alunos lembrem sobre a história A TARTARUGA E A LEBRE. O professor irá escrevendo-a em um cartaz em forma de texto a história contada pelos alunos deixando espaço para os mesmos ilustrarem.
Atividade 2: recontando a historia da Tartaruga e a Lebre.
Pedir que os alunos recontem a história para o grande grupo.

3 plano de aula:
Conteúdo:
• Motricidade fina;
• Traçado e colagem;
• Coordenação motora ampla.
Objetivos:
• Trabalhar a motricidade fina;
• Desenvolver movimentos amplos.
Atividade 1: relembrar a historinha da Tartaruga e a Lebre, após aplicar a atividade.

4 plano de aula:
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• Dramatização - da historinha Tartaruga e a Lebre;
• Qualidades;
• Construção - mural das qualidades da Tartaruga;
• Recortes e colagem - com revistas no mural.
Objetivos:
• Dramatizar histórias;
• Identificar e transmitir qualidades;
• Trabalhar a motricidade fina.
Atividade 1: encenar com os alunos a história da Tartaruga e a Lebre.
Materiais para dramatização: fantasia para os personagens principais; tamborzinhos de lata de mucilom e chocalhos de latinhas de Nescau para o restante da turma.
Atividade 2: qualidades.
Questionar os alunos sobre qualidades, se eles sabem o que é, e após perguntar quais as qualidades que a Tartaruga e a Lebre têm.
Atividade 3: mural das qualidades da Tartaruga.
Materiais: papel pardo, revistas e muc.
Desenhar uma tartaruga grande no papel pardo onde os alunos terão que recortar de revistas imagens que gostaram e colar no casco da tartaruga. Após o professor irá questionar novamente os alunos solicitando que cada um, de uma qualidade a Tartaruga. Escrever o a qualidade no mural junto o nome do aluno.
Fixar o mural na parede da escola.
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Molde da tartaruga
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A arte de contar histórias,
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Redação
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Critérios para contar histórias
• Seleção dos textos - Os textos eram selecionados cuidadosamente com a ajuda do professor, evitando preconceito ou moralismo e o repertório era formado por diferentes histórias, populares ou autorais, escolhidas entre os diversos gêneros literários, como o conto, as fábulas, os mitos, as lendas, os poemas narrativos etc.
• Preparação do aluno contador - Após ter selecionado a história, é hora de o aluno, com a orientação do professor, prepará-la para contar aos colegas. Isso significa estudá-la, observando seus detalhes, compreendendo as partes que a constituem (introdução, desenvolvimento, clímax e desfecho), para transmiti-la com propriedade ao ouvinte. Isto é: saber revelar os pontos emocionantes na narrativa, o ritmo adequado, destacar o suspense com pausas, utilizar adequadamente o silêncio, falar com clareza, olhar para todos os ouvintes e usar uma movimentação corporal que possa enriquecer a narrativa.
A estratégia utilizada para que os alunos se apropriassem das técnicas necessárias foi trabalhá-las nas oficinas de contação.
• Apresentação – Aconteceu mensalmente, momento em que os participantes da oficina socializaram o prazer de contar e ouvir histórias com a comunidade escolar.
• Produto final - O projeto culminou com o “Festival de Contadores de Histórias”, evento em que se consolidou o grupo de Contadores de
Histórias.
Em seguida faz-se um breve relato dos resultados e das atividades desenvolvidas ao longo dos encontros com os alunos participantes da oficina.
• Preparação do aluno contador - Após ter selecionado a história, é hora de o aluno, com a orientação do professor, prepará-la para contar aos colegas. Isso significa estudá-la, observando seus detalhes, compreendendo as partes que a constituem (introdução, desenvolvimento, clímax e desfecho), para transmiti-la com propriedade ao ouvinte. Isto é: saber revelar os pontos emocionantes na narrativa, o ritmo adequado, destacar o suspense com pausas, utilizar adequadamente o silêncio, falar com clareza, olhar para todos os ouvintes e usar uma movimentação corporal que possa enriquecer a narrativa.
A estratégia utilizada para que os alunos se apropriassem das técnicas necessárias foi trabalhá-las nas oficinas de contação.
• Apresentação – Aconteceu mensalmente, momento em que os participantes da oficina socializaram o prazer de contar e ouvir histórias com a comunidade escolar.
• Produto final - O projeto culminou com o “Festival de Contadores de Histórias”, evento em que se consolidou o grupo de Contadores de
Histórias.
Em seguida faz-se um breve relato dos resultados e das atividades desenvolvidas ao longo dos encontros com os alunos participantes da oficina.
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A arte de contar histórias,
hora do conto
Estratégia utilizada para contação de histórias
1ª - Estudar a história.
Não é necessário memorizar, mas é preciso compreendê-la, guardar as seqüências dos fatos e saber como transmitir toda a emoção no momento exato, tornando-a apaixonante.
2ª – Sentir a história.
A história deve despertar a sensibilidade de quem a conta, sem emoção não haverá sucesso.
3ª – Ter domínio completo sobre o texto.
O contador tem que estar seguro sobre o que vai contar, senão é melhor não contar.
4ª – Acreditar na história.
O contador tem que fazer o ouvinte acreditar naquilo que está sendo contado, por mais irreal que pareça, tem que passar credibilidade.
5ª – Olhar para a platéia.
O olhar é um vínculo fundamental de ligação entre o narrador e o público.
6ª - Falar com voz clara e agradável.
Contar com naturalidade é contar sem afetação, de forma clara, audível e agradável, sem impostar a voz ou falar em falsetes.
7ª - Ser comedido nos gestos.
Se exagerar em gestos sem objetivos, quando fizer um que seja necessário para melhor entender a história, tal gesto não será notado.
Não é necessário memorizar, mas é preciso compreendê-la, guardar as seqüências dos fatos e saber como transmitir toda a emoção no momento exato, tornando-a apaixonante.
2ª – Sentir a história.
A história deve despertar a sensibilidade de quem a conta, sem emoção não haverá sucesso.
3ª – Ter domínio completo sobre o texto.
O contador tem que estar seguro sobre o que vai contar, senão é melhor não contar.
4ª – Acreditar na história.
O contador tem que fazer o ouvinte acreditar naquilo que está sendo contado, por mais irreal que pareça, tem que passar credibilidade.
5ª – Olhar para a platéia.
O olhar é um vínculo fundamental de ligação entre o narrador e o público.
6ª - Falar com voz clara e agradável.
Contar com naturalidade é contar sem afetação, de forma clara, audível e agradável, sem impostar a voz ou falar em falsetes.
7ª - Ser comedido nos gestos.
Se exagerar em gestos sem objetivos, quando fizer um que seja necessário para melhor entender a história, tal gesto não será notado.
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Dinâmicas estimulantes para o desenvolvimento da imaginação
Técnicas de dinâmicas estimulantes para o desenvolvimento da imaginação, da memorização, da interação com o grupo, da expressão corporal etc.
• A dinâmica do Passa e Repassa: consiste em formar uma roda em torno do professor que, no centro, segura uma bolinha na mão. O aluno a quem ele entregar a bolinha deverá dizer uma frase para dar início a uma história. Esse aluno passa a bolinha para outro colega, que dá continuidade à frase, assim por diante, até que o final da história aconteça quando o último da roda receber a bolinha.
Nesse transcorrer da atividade, o professor pôde observar as dificuldades dos alunos com relação à oralidade, à capacidade imaginativa, ao tom de voz e à postura.
Os participantes gostaram bastante dessa atividade e quiseram repeti-la várias vezes.
• A dinâmica do Leque de Palavras: consiste em sanfonar um papel em forma de leque, colocando em cada dobra uma das seguintes perguntas:
Quem era? De onde veio? O que pretendia? Com quem se encontrou?
Em que se transformou? Por quem foi transformado? Por que foi transformado? Que rumo tomou? O leque será passado para que os participantes respondam às perguntas, sem ler a resposta anterior, que permanecerá dobrada. Ao final, desdobrar o leque e ler as respostas.
Criar uma história com o que foi formado.
Através dessa técnica, os alunos puderam demonstrar a capacidade de improvisação e seu potencial imaginativo.
• A dinâmica do Contando um Conto: consiste em formar um círculo com os alunos e propor que eles leiam um trecho do conto “O Compadre da Morte” de Câmara Cascudo. Em seguida, mostrar as partes essenciais do texto, aquelas que não podem ser retiradas para que o texto tenha seqüência lógica. Solicitar que um aluno fique no meio do círculo e, sem olhar o texto, conte-o de memória. Esse momento é importante para dar algumas sugestões de técnica de contação de histórias, tais como: comentar se o aprendiz está gesticulando demais, se está olhando para o chão, andando de um lado para o outro, ou se a sua mão está presa em alguma coisa. Chame a atenção para os vícios de linguagens e para a clareza da voz. Após todas essas observações e comentários, pede-se que o aluno reconte o trecho da história percebendo os seus avanços.
Essa atividade foi muito importante para poder observar a performance dos alunos e a capacidade de memorização.
• A dinâmica da Cartola Mágica: para tanto, utiliza-se a fantasia do objeto mágico, ou seja, a professora retira de dentro da cartola mágica um objeto e o aluno tem que iniciar uma história fornecida por esse objeto. À medida que os objetos são retirados, o fio da história continua e somente alcançará o seu final quando o último objeto for retirado da cartola.
Os alunos se divertiram bastante com essa atividade. Foi um momento bastante importante para que o professor pudesse observar os avanços dos participantes em relação à criatividade e à imaginação.
• A dinâmica da Criação de Personagens: o professor forma um círculo com os alunos e no centro coloca tule de diversas cores. Cada aluno deverá escolher duas cores de tule e imaginar uma personagem com as cores escolhidas. Por exemplo: a cor preta e roxa poderia ser representada pela personagem de uma viúva. A cor azul e amarela poderia ser sol no horizonte, etc.
Os alunos ficaram muito excitados com esta atividade, porém observou-se que alguns participantes da oficina tiveram dificuldades em criar um personagem.
• A dinâmica do Novelo de Lã: os participantes sentam-se em círculo, formando uma roda. A professora conta a história da “Moça Tecelã” de
Marina Colassanti. Logo após, ela comenta com os alunos que as cores podem lembrar sensações, emoções, fatos, cheiros... Então, os alunos são questionados sobre qual é o cheiro da chuva? Qual a cor do calor?
Qual da cor da alegria? Qual a cor do som de sinos bimbalhando? Qual a cor dos raios no céu de chuva?... Após esses questionamentos, a professora coloca no centro do círculo pedaços de fios de lã de várias cores e pede que eles peguem cores referentes a lembranças de coisas acontecidas em suas vidas, solicita que contem as histórias que lembram e, ao final de cada uma, amarre o fio à história que será contada na seqüência. Ao final, o novelo formado conterá todas as histórias contadas pelos alunos.
Alguns alunos quiseram contar mais de uma história. O tempo foi curto para tantas histórias...
• A dinâmica de Leitura expressiva: a técnica consiste em ler em voz alta uma frase dada pelo professor observando o ritmo das frases; as pausas
(breves); o silêncio (longo); e a melodia (modulação das frases). Ex: No morro chato, tem uma moça chata, com um tacho chato, no chato da cabeça. Moça chata, esse tacho chato é seu?
Os alunos gostaram muito desse exercício e quiseram repeti-lo várias vezes até falarem corretamente a frase.
• A dinâmica da Forma, Cores e Objetos: a técnica consiste em atribuir emoções e ações para as cores, formas e objetos. A professora leva para a oficina vários cartões coloridos e pede aos alunos que atribuam uma característica àquela cor. Ex: azul – tranqüilo; vermelho – violento; laranja- alegre. Depois lhes mostra vários cartões com formas geométricas - círculo, triângulo, quadrado - e pede que os alunos atribuam uma emoção àquelas figuras, como por exemplo: quadrado sério; círculo divertido; semicírculo esquisito. E, finalmente, a professora mostra-lhes um objeto e pede que eles atribuam uma função mágica ( ex: anel mágico; bastão transformador). Então, a professora monta uma história com o que foi criado. Após a explicação das regras, os alunos foram distribuídos em três grupos para dar vida à atividade.
Ao final da atividade, ficaram claros os avanços dos participantes quanto à oralidade, sua capacidade imaginativa e à memorização.
Outra técnica de memorização trabalhada com os alunos contadores na oficina foi:
• A dinâmica da Memorização: para tanto o professor apresenta uma história aos alunos e pede que eles a leiam silenciosamente. Depois, o professor pede que os alunos releiam a história em voz alta e grava a fala dos alunos em um gravador, a fim de eles ouvirem essa história várias vezes.
Os alunos ficaram muito empolgados com essa atividade. O fato de eles escutarem o som da própria voz tornou o exercício muito estimulante.
• A dinâmica do Passa e Repassa: consiste em formar uma roda em torno do professor que, no centro, segura uma bolinha na mão. O aluno a quem ele entregar a bolinha deverá dizer uma frase para dar início a uma história. Esse aluno passa a bolinha para outro colega, que dá continuidade à frase, assim por diante, até que o final da história aconteça quando o último da roda receber a bolinha.
Nesse transcorrer da atividade, o professor pôde observar as dificuldades dos alunos com relação à oralidade, à capacidade imaginativa, ao tom de voz e à postura.
Os participantes gostaram bastante dessa atividade e quiseram repeti-la várias vezes.
• A dinâmica do Leque de Palavras: consiste em sanfonar um papel em forma de leque, colocando em cada dobra uma das seguintes perguntas:
Quem era? De onde veio? O que pretendia? Com quem se encontrou?
Em que se transformou? Por quem foi transformado? Por que foi transformado? Que rumo tomou? O leque será passado para que os participantes respondam às perguntas, sem ler a resposta anterior, que permanecerá dobrada. Ao final, desdobrar o leque e ler as respostas.
Criar uma história com o que foi formado.
Através dessa técnica, os alunos puderam demonstrar a capacidade de improvisação e seu potencial imaginativo.
• A dinâmica do Contando um Conto: consiste em formar um círculo com os alunos e propor que eles leiam um trecho do conto “O Compadre da Morte” de Câmara Cascudo. Em seguida, mostrar as partes essenciais do texto, aquelas que não podem ser retiradas para que o texto tenha seqüência lógica. Solicitar que um aluno fique no meio do círculo e, sem olhar o texto, conte-o de memória. Esse momento é importante para dar algumas sugestões de técnica de contação de histórias, tais como: comentar se o aprendiz está gesticulando demais, se está olhando para o chão, andando de um lado para o outro, ou se a sua mão está presa em alguma coisa. Chame a atenção para os vícios de linguagens e para a clareza da voz. Após todas essas observações e comentários, pede-se que o aluno reconte o trecho da história percebendo os seus avanços.
Essa atividade foi muito importante para poder observar a performance dos alunos e a capacidade de memorização.
• A dinâmica da Cartola Mágica: para tanto, utiliza-se a fantasia do objeto mágico, ou seja, a professora retira de dentro da cartola mágica um objeto e o aluno tem que iniciar uma história fornecida por esse objeto. À medida que os objetos são retirados, o fio da história continua e somente alcançará o seu final quando o último objeto for retirado da cartola.
Os alunos se divertiram bastante com essa atividade. Foi um momento bastante importante para que o professor pudesse observar os avanços dos participantes em relação à criatividade e à imaginação.
• A dinâmica da Criação de Personagens: o professor forma um círculo com os alunos e no centro coloca tule de diversas cores. Cada aluno deverá escolher duas cores de tule e imaginar uma personagem com as cores escolhidas. Por exemplo: a cor preta e roxa poderia ser representada pela personagem de uma viúva. A cor azul e amarela poderia ser sol no horizonte, etc.
Os alunos ficaram muito excitados com esta atividade, porém observou-se que alguns participantes da oficina tiveram dificuldades em criar um personagem.
• A dinâmica do Novelo de Lã: os participantes sentam-se em círculo, formando uma roda. A professora conta a história da “Moça Tecelã” de
Marina Colassanti. Logo após, ela comenta com os alunos que as cores podem lembrar sensações, emoções, fatos, cheiros... Então, os alunos são questionados sobre qual é o cheiro da chuva? Qual a cor do calor?
Qual da cor da alegria? Qual a cor do som de sinos bimbalhando? Qual a cor dos raios no céu de chuva?... Após esses questionamentos, a professora coloca no centro do círculo pedaços de fios de lã de várias cores e pede que eles peguem cores referentes a lembranças de coisas acontecidas em suas vidas, solicita que contem as histórias que lembram e, ao final de cada uma, amarre o fio à história que será contada na seqüência. Ao final, o novelo formado conterá todas as histórias contadas pelos alunos.
Alguns alunos quiseram contar mais de uma história. O tempo foi curto para tantas histórias...
• A dinâmica de Leitura expressiva: a técnica consiste em ler em voz alta uma frase dada pelo professor observando o ritmo das frases; as pausas
(breves); o silêncio (longo); e a melodia (modulação das frases). Ex: No morro chato, tem uma moça chata, com um tacho chato, no chato da cabeça. Moça chata, esse tacho chato é seu?
Os alunos gostaram muito desse exercício e quiseram repeti-lo várias vezes até falarem corretamente a frase.
• A dinâmica da Forma, Cores e Objetos: a técnica consiste em atribuir emoções e ações para as cores, formas e objetos. A professora leva para a oficina vários cartões coloridos e pede aos alunos que atribuam uma característica àquela cor. Ex: azul – tranqüilo; vermelho – violento; laranja- alegre. Depois lhes mostra vários cartões com formas geométricas - círculo, triângulo, quadrado - e pede que os alunos atribuam uma emoção àquelas figuras, como por exemplo: quadrado sério; círculo divertido; semicírculo esquisito. E, finalmente, a professora mostra-lhes um objeto e pede que eles atribuam uma função mágica ( ex: anel mágico; bastão transformador). Então, a professora monta uma história com o que foi criado. Após a explicação das regras, os alunos foram distribuídos em três grupos para dar vida à atividade.
Ao final da atividade, ficaram claros os avanços dos participantes quanto à oralidade, sua capacidade imaginativa e à memorização.
Outra técnica de memorização trabalhada com os alunos contadores na oficina foi:
• A dinâmica da Memorização: para tanto o professor apresenta uma história aos alunos e pede que eles a leiam silenciosamente. Depois, o professor pede que os alunos releiam a história em voz alta e grava a fala dos alunos em um gravador, a fim de eles ouvirem essa história várias vezes.
Os alunos ficaram muito empolgados com essa atividade. O fato de eles escutarem o som da própria voz tornou o exercício muito estimulante.
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A arte de contar histórias
Pesquisa na web.
A arte de contar histórias
O que é uma historia?
O que caracteriza uma historia e uma serie de eventos que levam a um fim imediato.São eventos que se completam e que fazem da historia uma experiência que começou,se desenvolveu,chegou ao auge e terminou.Os elementos essenciais a uma boa historia são:
Começo – As perguntas “quem”,”quando”,”onde” devem ser respondidas no inicio,despertando o interesse do ouvinte.
Enredo – É a sucessão dos episódios ou eventos que constituem a historia,os conflitos que surgem e a ação dos personagens.Deve ser claro,possuir seqüência lógica,não se perder em pormenores inúteis e desenvolver-se de modo que os fatos aumentem de intensidade ate atingirem o ponto culminante.
Clímax ou ponto culminante – É a conclusão lógica de tudo o que veio antes.Determina a lição que se deseja ministrar.Não precisa ser necessariamente uma surpresa, porem,não deve estar muito à vista desde o começo.A historia sem ponto culminante é uma historia fraca,de pouco interesse para as crianças.
Conclusão – Será simples e satisfatória,de modo que o ouvinte sinta que a historia terminou.O bom narrador não comete o erro de prolongar a historia depois de atingir o ponto culminante e nem menciona a moral.A moral deve ser explicita,e compete ao ouvinte descobri-la e assimila-la de acordo com sua necessidade.
Estudando a história
• Leia a historia em voz alta do começo ao fim.(Leitura audível é processo mais seguro na escolha de uma historia do que leitura silenciosa)
• Fixe na mente a seqüência lógica dos eventos.O que aconteceu primeiro,depois e depois...
• Nunca decore a historia.A memorização é perigosa,porque a memória pode falhar e você ficara em situação difícil.Conte a historia em voz alta a você mesma,usando suas próprias palavras.Leia outra vez do começo ao fim.Conte-a outra vez.Evite burilar parágrafo por parágrafo,porque a tentação de decorar será mais intensa.Tenha certeza de que tem,fixo na mente,os nomes dos personagens e a seqüência lógica dos acontecimentos.Querendo,pode decorar uma boa frase para a introdução,o ponto culminante e a conclusão.
• Viva a historia ao contá-la.Ensaie algumas vezes diante do espelho,porem,não sempre.Sua atenção deve fixar-se na historia e não em si.Se os personagens se tornarem reais para você,tornar-se-ão para as crianças também.
• Em casos de extrema necessidade,faça um esboço para consultar na hora,usando apenas os pontos principais da historia.
• Conte historias.A experiência é também uma grande mestra.Comece com um grupinho ou um só ouvinte.A medida que adquirir experiência enfrentara auditórios maiores.
Contando historias
• Há necessidade de muita oração tanto na escolha como no preparo e na apresentação da historia.
• Você precisa ter verdadeiro amor pelos ouvintes e um desejo ardente de revelar-lhes alguma coisa que você sabe.
• A apresentação da historia é a chave do sucesso.A mensagem do evangelho nunca deve ser apresentada descuidadamente.A voz e o instrumento principal.É preciso treiná-la,pois a voz humana é algo maravilhoso que pode ser desenvolvida,ao ponto de produzir muitos efeitos.Use palavras e termos que suas crianças conhecem.
• Aguarde silencio antes de começar.
• Procure olhar bem nos olhos das crianças e não por cima de suas cabeças.Se você desviar o olhar para outras coisas,elas farão o mesmo.
• Use apenas gestos que lhe forem naturais.Nada de afetação.
• Seja simples e sóbria.Jóias e roupas espalhafatosas desviam a atenção.
• Conte a historia devagar.As crianças precisam de tempo para reagir,por isso dê-lhes tempo.Entretanto,não conte a historia de maneira a convidar interrupções e perguntas.Se surgirem,e as vezes surgirão,ignore-as,quando possível.
• Se esqueceu uma parte,vá adiante.Não volte atrás,dizendo:”Ah,esqueci de dizer...”O remédio para prevenir o esquecimento é estudar bem a historia.
• Dê colorido à historia com palavras expressivas e apele aos sentidos dos ouvidos.
• Permita que a historia atinja o fim,sem que você precise acrescentar a moral.
• Conte a historia com encanto e prazer.
• Esqueça-se de si e viva a historia.
A arte de contar histórias
O que é uma historia?
O que caracteriza uma historia e uma serie de eventos que levam a um fim imediato.São eventos que se completam e que fazem da historia uma experiência que começou,se desenvolveu,chegou ao auge e terminou.Os elementos essenciais a uma boa historia são:
Começo – As perguntas “quem”,”quando”,”onde” devem ser respondidas no inicio,despertando o interesse do ouvinte.
Enredo – É a sucessão dos episódios ou eventos que constituem a historia,os conflitos que surgem e a ação dos personagens.Deve ser claro,possuir seqüência lógica,não se perder em pormenores inúteis e desenvolver-se de modo que os fatos aumentem de intensidade ate atingirem o ponto culminante.
Clímax ou ponto culminante – É a conclusão lógica de tudo o que veio antes.Determina a lição que se deseja ministrar.Não precisa ser necessariamente uma surpresa, porem,não deve estar muito à vista desde o começo.A historia sem ponto culminante é uma historia fraca,de pouco interesse para as crianças.
Conclusão – Será simples e satisfatória,de modo que o ouvinte sinta que a historia terminou.O bom narrador não comete o erro de prolongar a historia depois de atingir o ponto culminante e nem menciona a moral.A moral deve ser explicita,e compete ao ouvinte descobri-la e assimila-la de acordo com sua necessidade.
Estudando a história
• Leia a historia em voz alta do começo ao fim.(Leitura audível é processo mais seguro na escolha de uma historia do que leitura silenciosa)
• Fixe na mente a seqüência lógica dos eventos.O que aconteceu primeiro,depois e depois...
• Nunca decore a historia.A memorização é perigosa,porque a memória pode falhar e você ficara em situação difícil.Conte a historia em voz alta a você mesma,usando suas próprias palavras.Leia outra vez do começo ao fim.Conte-a outra vez.Evite burilar parágrafo por parágrafo,porque a tentação de decorar será mais intensa.Tenha certeza de que tem,fixo na mente,os nomes dos personagens e a seqüência lógica dos acontecimentos.Querendo,pode decorar uma boa frase para a introdução,o ponto culminante e a conclusão.
• Viva a historia ao contá-la.Ensaie algumas vezes diante do espelho,porem,não sempre.Sua atenção deve fixar-se na historia e não em si.Se os personagens se tornarem reais para você,tornar-se-ão para as crianças também.
• Em casos de extrema necessidade,faça um esboço para consultar na hora,usando apenas os pontos principais da historia.
• Conte historias.A experiência é também uma grande mestra.Comece com um grupinho ou um só ouvinte.A medida que adquirir experiência enfrentara auditórios maiores.
Contando historias
• Há necessidade de muita oração tanto na escolha como no preparo e na apresentação da historia.
• Você precisa ter verdadeiro amor pelos ouvintes e um desejo ardente de revelar-lhes alguma coisa que você sabe.
• A apresentação da historia é a chave do sucesso.A mensagem do evangelho nunca deve ser apresentada descuidadamente.A voz e o instrumento principal.É preciso treiná-la,pois a voz humana é algo maravilhoso que pode ser desenvolvida,ao ponto de produzir muitos efeitos.Use palavras e termos que suas crianças conhecem.
• Aguarde silencio antes de começar.
• Procure olhar bem nos olhos das crianças e não por cima de suas cabeças.Se você desviar o olhar para outras coisas,elas farão o mesmo.
• Use apenas gestos que lhe forem naturais.Nada de afetação.
• Seja simples e sóbria.Jóias e roupas espalhafatosas desviam a atenção.
• Conte a historia devagar.As crianças precisam de tempo para reagir,por isso dê-lhes tempo.Entretanto,não conte a historia de maneira a convidar interrupções e perguntas.Se surgirem,e as vezes surgirão,ignore-as,quando possível.
• Se esqueceu uma parte,vá adiante.Não volte atrás,dizendo:”Ah,esqueci de dizer...”O remédio para prevenir o esquecimento é estudar bem a historia.
• Dê colorido à historia com palavras expressivas e apele aos sentidos dos ouvidos.
• Permita que a historia atinja o fim,sem que você precise acrescentar a moral.
• Conte a historia com encanto e prazer.
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