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terça-feira, 1 de setembro de 2009

Quinta-feira, 27 de agosto de 2009.
Rotina: Organização dos alunos para o lanche e chamada.
Rodinha: organizar com os alunos uma encenação das travessuras do Saci, a partir de uma historinha: ver personagens, vestimenta e cenário.

Atividade 1: ler a historinha e após escolher personagens.
As travessuras de Saci.
Era uma vez um menino moreninho, que usava um gorrinho e um shortinho vermelhinho e estava sempre pitando seu cachimbinho. Seu nome era Saci-Pererê, (aluno: Erick) e com apenas a perna esquerda ele vinha pulando e dando saltos rapidamente.
(entra um aluno representando o Saci, pulando e dando giros, e sai de cena)
Saci morava na floresta perto de uma cidadezinha, quando aparecia era só para atazanar a vida dos moradores e dos animais.
Um dia Vovó Mariana estava fazendo aquele bolo de milho bem gostoso.
(entra a aluna Mariana com uma bacia e uma colher de pau)
Quando de repente entrou pela janela o Saci-Pererê dando aquele susto na Vovó Mariana, que deixou tudo cair no chão. E o Saci saiu correndo.
(entra Saci assustando a Vovó)
Encontrou umas meninas brincando de roda, rapidamente se escondeu.
(alunas brincando de roda: Eduarda, Isabella, Brenda)
Quando as meninas estavam bem distraídas, adivinham o que aconteceu? O Saci se envolveu, rodopiando, gritando assustando a meninada, que saíram correndo com medo do Saci. O Saci só queria rir.
Saci continuou sua caminhada quando de repente avistou a galinhada, não deu outra foi até o galinheiro e assustou as galinhas, (alunos vestidos de galinha: Yhama e Kénia) e quando ia mexer em seus ninhos, ufa!!! Até que em fim, Seu João (aluno representando: João) apareceu e o espantou, Saci saiu correndo e dando gargalhadas.
Saci já estava cansado de tantas travessuras, e resolveu ir embora quando avistou uns meninos tirando uma soneca em baixo de uma árvore. (alunos: Brizola, Antônio e Ariovaldo).
Saci foi chegando perto, chegando perto, e encheu os meninos de cócegas e saiu pulando e rodopiando mata dentro.
É o Saci só vem atazanar as pessoas, e se alguém quiser pegá-lo só há um jeito, é esperá-lo dar o rodopio e jogar uma rede sobre ele. Saci ficará preso daí é só enfiar a mão com cuidado, e retirar o seu gorrinho vermelho, que é mágico. Assim sem o gorrinho ele não conseguirá mais rodopiar rápido e fazer suas travessuras.

Aline Pires Couto.


Atividade 2: ensaiar o teatrinho.
Atividade 3: continuação da construção do boneco Saci-Pererê.
Atividade 4: brincadeira livre no pátio.

Sexta-feira, 28 de agosto de 2009.
Rotina: Organização dos alunos para o lanche e chamada.
Rodinha: conversar sobre a apresentação na escola, da peça de teatrinho.
Atividade 1: confecção das assas das galinhazinhas e dos bicos, gorrinho e o shortinho e o cachimbinho do saci.
Atividade 2: Ensaio da peça de teatrinho “As aventuras de Saci”.
Brinquedo livre na sala.

Segunda-feira, 31 de agosto de 2009.
Rotina: Organização dos alunos para o lanche e chamada.
Rodinha: comentar com os alunos sobre músicas infantis antigas, convidá-los a fazer um livro gigante de músicas.

Atividade 1: construção do livro gigante de músicas.
Distribuir para cada aluno, uma página do livro com músicas, estes terão que ilustrá-las e colori-las.
Neste livro terá músicas infantis antigas e novas que os alunos mais gostam de cantar.
Após iremos montar o livro, confeccionando uma capa a ele. Este ficará fixado na parede da sala, para manuseio e escolha de músicas a ser cantada durante o cada dia.


As músicas que estarão no livro:

A CANOA VIROU
A canoa virou
Por deixá-la virar,
Foi por causa do Pedrinho (?).
Que não soube remar.

Se eu fosse um peixinho
E soubesse nadar,
Tirava o Pedrinho (?)
Do fundo do mar.

Atirei o pau no gato
Atirei o pau no gato-to,
Mas o gato-to não mor reu-reu-reu.
Dona Chica-ca admirou-se-se
Do berro, do berro que o gato deu: Miau!

Caranguejo
Caranguejo não é peixe
Caranguejo peixe é
Eu já vi o caranguejo namorando uma mulher
Ora, palma, palma, palma
Ora, pé, pé, pé
Ora, roda, roda, roda
Caranguejo peixe é.



Ciranda-cirandinha
Ciranda, cirandinha,
Vamos todos cirandar.
Vamos dar a meia-volta,
Volta e meia vamos dar
O anel que tu me deste
Era vidro e se quebrou.
O amor que tu me tinhas
Era pouco e se acabou
Por isso, dona Ana,
Entre dentro dessa roda,
Diga um verso bem bonito,
Diga adeus e vá-se embora.


Marcha, soldado
Marcha, soldado,
Cabeça de papel!
Quem não marchar direito
Vai preso pro quartel.
O quartel pegou fogo
Policia deu sinal
Acuda, acuda, acuda a bandeira nacional.

Soldadinho
Sou soldadinho
Sou militar
De farda e bonezinho
Já sei marchar
Soldado não descansa
Dorme no chão
na hora da partida ele faz bim bom, bororom, bom, bom!

Pintinho amarelinho
Meu pintinho amarelinho
Cabe aqui na minha mão
Na minha mão
Quando quer comer bichinhus
Com seus pezinhus ele sisca o chão ( 2x )

Ele bate as asas
Ele faz piu-piu
Ma tem muito medo
É do gavião ( 2x )

O sapo
O sapo nao lava o pé.
Não lava porque não quer
Ele mora la na lagoa
Não lava o pé porque não quer
Mas que chulé.

Sapo cururu
Sapo Cururu
Na beira do rio
Quando o sapo canta, oh maninha
É porque tem frio

A mulher do sapo
Deve estar lá dentro
Fazendo rendinha, oh maninha
Para o casamento.

O sapo
O sapo, o sapo, na beira da lagoa
não tem, não tem, rabinho nem orelha
o sapo, o sapo, na beira da lagoa
não tem, não tem, rabinho nem orelha
ua, quá, quá
ua, quá, quá
ua, quá, quá, quá (bis)

Meu lanchinho
Meu lanchinho
Meu lanchinho
Vou comer
Vou comer
Pra ficar fortinho
Pra ficar fortinho
E crescer e crescer
E crescer e crescer

Minhoca
Minhoca, minhoca
Me dá uma beijoca
Não dou, não dou
Então eu vou roubar
Minhoco, minhoco
Você é mesmo louco
Beijou do lado errado
A boca é do outro lado

A cobra
A cobra não tem pé
A cobra não tem mão
Como é que cobra sobe num pezinho de limão
Vai escorregando vai, vai, vai
Vai escorregando vai, vai, vai

Janelinha
A janelinha fecha
Quando está chovendo
A janelinha abre
Se o sol está aparecendo
Pra lá, pra cá
Pra lá, pra cá, pra lá (Bis)
Abriu, fechou, abriu, fechou, abriu.
Pra lá, pra cá
Pra lá, pra cá, pra lá (Bis)

Guarda-chuva
O guarda-chuva abre
Quando está chovendo
O guarda-chuva fecha
Se o sol está aparecendo
Pra lá, pra cá
Pra lá, pra cá, pra lá (Bis)
Abriu, fechou, abriu, fechou, abriu.
Pra lá, pra cá
Pra lá, pra cá, pra lá (Bis)

Elefante
O elefante queria voar
A mosca disse você vai cair
O elefante teimoso voou
Voou, voou e caiu
Bummmmm, ai que dor no meu bumbum
Lalá, Lalá, Lalá, Lalá...
O elefante teimoso voou, voou, voou e caiu.

Palhacinho atrapalhado
Era um palhacinho, muito atrapalhado
Dava piruetas, fazia caretas
Sempre que pulava, a calça caia
Ele ria, ele chorava e o público aplaudia
Esse palhacinho, tinha um monociclo
Dava muitas voltas, ao redor do circo
Sempre que parava, a calça caia
Ele ria, ele chorava e o público aplaudia

Corre, corre,corre palhacinho
Segura, segura, segura essa calça
Só mais uma vez, só pra gente rir
Que palhaço mais engraçado, deixou ela cair

Pula, pula, pula palhacinho
Segura, segura, segura essa calça
Só mais uma vez, só pra gente rir
Que palhaço, mais engraçado, deixou ela cair

Bem no finalzinho da apresentação
O nosso palhacinho mexia o popozão
Sempre que dançava, a calça caia
Ele ria, ele chorava e o público aplaudia

Fui morar numa casinha
Fui morar numa casinha nha
Infestada da de cupim pim pim
Saiu de lá lá lá
Uma lagartixa xa
Olhou pra mim
Olhou pra mim e fez assim

Fui morar numa casinha nha
Infestada da de florzinha nha
saiu de lá lá lá uma princesinha nha
Olhou pra mim
Olhou pra mim e fez assim
(joga bjs)

Dona baratinha
Quem quer casar
Com a dona Baratinha
Tem fita nos cabelos
E dinheiro na caixinha.

Borboletinha
Borboletinha tá na cozinha
Fazendo chocolate para a madrinha
Poti, poti
Perna de pau
Olho de vidro
E nariz de pica-pau (pau, pau)

Indiozinhos
1,2,3 indiozinhos
4,5,6 indiozinhos
7,8,9 indiozinhos
10 um pequeno bote
Iam navegando pelo rio abaixo
Quando o jacaré se aproximou
E o pequeno bote dos indiozinhos
Quase vazio virou
1,2,3 indiozinhos
4,5,6 indiozinhos
7,8,9 indiozinhos
10 um pequeno bote
Iam navegando pelo rio abaixo
Quando o jacaré se aproximou
E o pequeno bote dos indiozinhos
Quase vazio virou
Quase vazio virou
Quase vazio virou
Mas não virou

Pombinha branca
Pombinha Branca, que está fazendo
Lavando roupa pro casamento
Vou me lavar, vou me trocar
Vou na janela pra namorar
Passou um homem, te terno branco
Chapéu de lado, meu namorado
Mandei entrar, mandei sentar
Cuspiu no chão, limpa aí seu porcalhão
Tenha mais educação
Limpa aí seu porcalhão
Tenha mais educação
Limpa aí seu porcalhão
Tenha mais educação

Jacaré guloso
O jacaré passeando na lagoa!
Foi por aqui! (batem palmas 3 x)
Foi por ali! (batem palmas 3 x)
Parou! Olhou! Abriu a boca e NHAC...!
Não comeu peixinho!
O jacaré passeando na lagoa!
Foi por aqui! (batem palmas 3 x)
Foi por ali! (batem palmas 3 x)
Parou! Olhou! Abriu a boca e NHAC...!
Comeu peixinho!
JACARÉ GULOSO, JACARÉ GULOSO!

Jacaré poiô
Eu sou, eu sou, eu sou
Sou o jacaré poiô (2x)
Sacode o rabo jacaré, sacode o rabo jacaré
Sou o jacaré poiô (2x)

Dois patinhos
Dois patinhos na lagoa
começaram a nadar, a nadar
quando viram uma minhoca
começaram a puxar
Puxa pra cá
Puxa pra lá
cuidado pra minhoca não arrebentar.

Pintinho fujão
Pintinho, pintinho
Correu, fugiu
Pisou na lama
Escorregou, caiu
Dona galinha
Toda assustada
Pegou o pintinho
E deu umas palmadas

A História da Serpente
Esta é a história da serpente
Que desceu do morro
Para procurar um pedaço do seu rabo
Você também,você também,
Faz parte do seu rabão
Esta é a história da serpente
Que desceu do morro
Para procurar um pedaço do seu rabo
Você também, você também,
Faz parte do seu rabão

Patinho na chuva
Já está chovendo
Na chuva vou brincar
Sou o patinho e quero me lavar
Qua-qua-qua-qua-qua-qua-qua
Chuva é pra pato
Que pode se molhar
Ah!Você menino
Não vá fazer assim
Se entrar na chuva
Logo é athichim!
Qua-qua-qua-qua-qua-qua-qua
Se entrar na chuva
Logo é athichim!

Motorista
Motorista, motorista
olha apista, olha a pista
não é de salsicha, não é de salsicha (Há há há)
Cobrador,cobrador
olha o troco,olha o troco
está tudo errado, esta tudo errado(há há há)
Motorista,motorista
olha o poste, olha o poste
Não é de borracha,não é de borracha
faz dodói, faz dodói.

Abóbora
De abóbora faz melão
De melão faz melancia (bis)
Faz doce,Shinhá, faz doce, Sinhá
Faz doce de maracujá
Quem quiser aprender a dançar
Vai na casa do seu Juquinha(bis)
Ele pula, ele roda,
Ele faz requebradinha(bis)

Recreio
Quando chego do recreio
Cansadinho de brincar
No tapete eu me sento
Pra que eu possa descansar.
Daí eu fecho os meus olhos
E começo a sonhar
Que esse é meu mundo de sonhos
E nele eu quero estar.
Vejo bruxas e duendes,
Vejo fadas e dragões,
Vejo flores alegrando
Os nossos corações.

A história da cabana
Na cabana da floresta
morava uma linda garotinha
um coelhinho bateu na porta
pedindo ajuda:

- socorro! socorro, por favor!
- estou fugindo do caÇador!
- coelhinho pode entrar, que eu vou te salvar

Alecrim
Alecrim, Alecrim dourado
Que nasceu no campo
Sem ser semeado
Alecrim, Alecrim dourado
Que nasceu no campo
Sem ser semeado
Foi meu amor
Que me disse assim
Que a flor do campo é o alecrim
Foi meu amor
Que me disse assim
Que a flor do campo é o alecrim

Boi da Cara Preta
Boi, boi, boi
boi da cara preta
pega este menino
que tem medo de careta
Não, não, não,
Não pega ele não
Ele é bonitinho
Ele chora coitadinho.

Eu sou um coelhinho
De olhos vermelhos
De pêlo branquinho
Dou saltos bem altos
Eu sou um coelhinho
Comi uma cenoura
Com casca e tudo
Ai que ela era tão grande
Que eu fiquei barrigudo
Dou saltos pra frente
Dou saltos pra traz
Eu sou um coelhinho
Que de tudo sou capaz
Coelhinho da Páscoa
Coelhinho da Páscoa,
Que trazes pra mim?
Um ovo, dois ovos,
Três ovos assim.
Coelhinho da Páscoa,
Que cor eles têm?
Azul, amarelo e vermelho também,
Azul, amarelo e vermelho também!

Coelhinho Bossa Nova
Eu sou coelhinho Bossa Nova
Vou contar para vocês
Prá cenoura não dou bola
Eu só tomo Coca-Cola
Coelhinho Bossa Nova
É uma brasa, mora
Chorar por uma cenourinha nha – nha
Foi no tempo da vovó
Prá cenoura não dou bola
Eu só tomo Coca-Cola
Coelhinho Bossa Nova
É uma brasa, mora.

Papai Noel
Quem é que não conhece
Aquele bom velhinho
De bigode e barba branca
Colete vermelhinho.
No Natal ele aparece
Traz presentes de montão
Você sabe quem é ele?
Ele é o papai Noel.
Feliz natal, feliz natal
É o que desejamos ao papai, a mamãe
A todos que amamos.

Sapatinho de Natal
Deixei Meu Sapatinho, Na Janela Do Quintal.
Papai Noel Deixou, Meu Presente De Natal.
Como É Que Papai Noel, Não Se Esquece de Ninguém.
Seja Rico Ou Seja Pobre, O Velhinho Sempre Vem.
Seja Rico Ou Seja Pobre, O Velhinho Sempre Vem.

Bate o Sino
Hoje a noite é bela
Vamos à capela
Sob a luz da vela
Felizes a rezar
Bate o sino pequenino
Sino de Belém
Já nasceu Deus menino
Para o nosso bem
Paz na Terra pede o sino
Alegre a cantar
Abençoe Deus menino
Este nosso lar
Ao soar o sino
Sino pequenino
Vai o Deus menino
Nos abençoar

CULMINÂNCIA DO PROJETO: APRESENTAÇÃO DO TEATRINHO - AS TRAVESSURAS DE SACI.
25 e 26 de agosto de 2009.
Rotina: Organização dos alunos para o lanche e chamada.
Rodinha: contar a lenda do Saci-Pererê e após questioná-los sobre suas travessuras.


Atividade 1: Confeccionando um Saci.
Materiais: cone de papel higiênico, tinta guache preta ou marrom, desenho do Saci e muc.
Cada aluno terá que pintar com tinta guache o cone de papel higiênico. Após terão que colorir e recortar o desenho do Saci: rosto, perna e braços, onde irão colar no cone pintado (que será o corpinho do Saci-Pererê).

Desenho de Saci-Pererê:


Atividade 2: música – Lendas (Jader Macedo Gudin).
Quero ouvir você dizer
Quero ouvir você falar
Dos mistérios que há na terra
Dos segredos que há no mar.

A Iara é moça linda
Gosta muito de cantar
Enfeitiça marinheiros que seu canto escutar.

O Saci menino danado
Gosta muito de brincar
Esconde tudo, apaga fogo
Faz o leite azedar.

O lobisomem é coisa feia
Tenho medo de contar
Quando chega a lua cheia
Ele vai se transformar.

Professora diz que é lenda
Coisa que o povo inventou
Faz parte da nossa cultura
Que o tempo não apagou.


Atividade 1: quebra-cabeça do Saci.
Pintar, recortar e após montar o quebra-cabeça do Saci.
Segunda-feira, 24 de agosto de 2009.
Rotina: organização dos alunos para o lanche e chamada.
Rodinha: mostrar o vídeo com a lenda Curupira, após questionar os alunos recontando a lenda e comentando sobre as características do personagem.
“Curupira – juro que vi, é um desenho animado que retrata a lenda folclórica. (Vídeo retirado do youtube).
Curupira
Assim como o boitatá, o curupira também é um protetor das matas e dos animais silvestres. Representado por um anão de cabelos compridos e com os pés virados para trás. Persegue e mata todos que desrespeitam a natureza. Quando alguém desaparece nas matas, muitos habitantes do interior acreditam que é obra do curupira.



Atividade 1: colorir e recortar o Curupira.



Atividade 2: A árvore do Curupira.
Materiais: um galho de árvore e um balde com areia.
Após os alunos colorirem o desenho do curupira e recortá-lo, cada um irá fixá-lo o no galho.

Atividade 3: Brincadeiras
Corrida do Curupira.
Formação: fileira e de costas.
Ao sinal do professor os alunos terão que correr de costas até o lugar determinado.
Vence o aluno que chegar primeiro.

Cada curupira no seu galho.
Formação: cada alunos dentro de um círculo.
Ao sinal de professor: “cada curupira no seu galho”, os alunos terão que trocar de lugar, aquele que ficar sem galho sairá da brincadeira. Vence o ultimo que ficar no galho.
Sexta-feira, 21 de agosto de 2009.
Rotina: organização dos alunos para o lanche e chamada.
Rodinha: conversa informal sobre as lendas já contadas e sobre brincadeiras antigas.
Atividade: LIGAR OS IGUAIS.



Comentar: Brincadeiras do folclore brasileiro: diversão e tradição
O que são: Além dos contos, danças, festas e lendas, o folclore brasileiro é marcado pelas tradicionais brincadeiras. As brincadeiras folclóricas são aquelas que passam de geração para geração. Muitas delas existem há décadas ou até séculos. Costumam sofrer modificações de acordo com a região e a época, porém, a essência das brincadeiras continua a mesma da origem.
Grande parte das brincadeiras folclóricas envolve disputas individuais ou em grupos. Possibilitam também a integração e o desenvolvimento social e motor das crianças.
A preservação destas brincadeiras é muito importante para a manutenção da cultura folclórica. Por isso, são muito praticadas, principalmente, durante o mês de agosto que é destinado ao folclore.

Atividade 2: brincadeiras.

PASSAR ANEL: Sentados numa roda o grupo tira a sorte para ver quem vai passar o anel. Todos devem unir as palmas das mãos e erguê-las na sua frente. Quem ganhou na sorte deve segurar o anel entre as palmas das mãos e passar as suas mãos pelas mãos dos componentes do grupo deixando o anel nas mãos de alguém que ele escolher, mas deve continuar fazendo de conta que continua passando o anel até o último do grupo.
Ao final pergunta a um dos participantes onde está o anel? Se este acertar ele será o próximo a passar o anel. Se errar, quem recebeu o anel é que passará, começando novamente a brincadeira.

CABRA-CEGA: (Também conhecido por cobra-cega, pata-cega, galinha-cega)
Todo mundo forma uma roda e fica de mãos dadas. Quem for escolhido para ser a cabra-cega fica com os olhos vendados e vai para o meio da roda. A cabra tem de agarrar alguém da roda, que não pode ficar parada: quem estiver do lado para onde a cabra estiver indo foge, quem está do outro lado avança. Se a cabra-cega for esperta, consegue pegar alguém que está atrás dela. Se a corrente da roda quebrar, o jogador que estiver do lado esquerdo de quem soltou a mão fica sendo a cabra, e a brincadeira começa de novo.

CABO DE GUERRA: Você conhece uma expressão que diz: " A união faz a força"? Com esta brincadeira você e seus amigos vão testar quem tem mais força e mais união.Para brincar de "cabo-de-guerra", vocês precisarão de uma corda.Primeiro, escolham um espaço e tracem uma linha no chão para dividi-lo ao meio. As crianças devem ser separadas em dois times, sendo que cada time fica com um lado do espaço. Os participantes ficam em fila e todos seguram na corda. Posicionem a corda conforme o desenho ao lado.Alguém de fora dos grupos dá um sinal para começar a partida. Ele será também o juiz que fiscalizará o jogo de forças.
Os participantes devem puxar a corda, até que uma das equipes ultrapasse a linha no chão. Serão vencedores aqueles que puxarem toda a equipe adversária para o seu espaço.
Quinta-feira, 20 de agosto de 2009.
Rotina: organização dos alunos para o lanche e chamada.
Rodinha: contar uma historinha representando a Lenda Boitatá e após questionar os alunos.

Fogo na mata.

Era uma vez um grupo de pessoas que foram acampar na mata. La eles começaram arrancar as árvores que estavam no caminho e colocavam fogo nelas, e caçavam os animais da mata.
Eles arrancavam as árvores e deixavam ali sem serventia e os animais ficavam jogados no chão, pois eles queriam mesmo era matá-los.
Só que eles não sabiam que ali naquela mata vivia uma serpente gigante com os olhos vermelhos e que soltava fogo pela boca.
Esta serpente era chamada de Boitatá, e não gostava de pessoas que faziam maldades colocando fogo na mata.
Quando estas pessoas estavam colocando fogo e matando os animais, apareceu um clarão que eles se assustaram, quando olharam para traz era a serpente Boitatá que estava furiosa. As pessoas começaram a correr desesperadamente dizendo que nunca mais iriam entrar naquela mata. Mas a serpente continuava correndo atrás jogando fogo pela boca.
Desde aquele dia nunca mais eles apareceram na mata.
ALINE PIRES COUTO.



Questionamentos:
• O que as pessoas foram fazer na mata?
• O que elas faziam de errado na mata?
• Quem morava na mata?
• Como era a serpente?
• Como a serpente defendia a mata?
• O que aconteceu na mata?
• Como foi a reação das pessoas quando viram a serpente?

Atividade 1: Confeccionando um Boitatá.
Material: cones de papel higiênico, tinta têmpera, cordão e papel cartas, papel celofane.
Os alunos terão que pintar os cones com tinta guache, fazer uma cabeça para a serpente. Após terão que montar a serpente colocando os cones no cordão.


Atividade 3: pintar e recortar.
Pintar e recortar a serpente, após recontar a historinha e fixá-la no teto da sala.


Atividade 4: música.
A cobra
A cobra não tem pé
A cobra não tem mão
Como é que a cobra sobe
Num pezinho de limão.
Vai escorregando, vai, vai,vai... (2x)
18 E 19 de agosto de 2009.
Rotina: Organização dos alunos para o lanche e chamada.
Rodinha: Conversa informal sobre o Folclore e a lenda “Iara”.
Mural: Confeccionar um mural com a explicação do Folclore ilustrado.
Hora do conto: Contar a lenda “Iara” aos alunos e após questioná-los.
Contam que há muito tempo atrás, em uma tribo, vivia um jovem índio muito forte e bonito chamado Jaguarari. Adorava remar e pescar e estava sempre contente. Toda a tribo gostava muito dele.
Certo dia, Jaguarari saiu bem cedo para pescar. O dia estava maravilhoso, com muitos pássaros cantando e por isso resolveu passar o dia na floresta. Encontrou um lago muito bonito que ainda não conhecia, e resolveu nadar.
Quando estava começando a escurecer, achou melhor retornar para a aldeia. Já ia se afastando do lago, quando ouviu um canto maravilhoso. Então, resolveu voltar para ver quem estava cantando aquela doce melodia...
Iara é uma dos mitos mais conhecidos e também dos mais confundidos da região amazônica, o que naturalmente inclui o Pará. Geralmente as pessoas acham que a Iara é uma mulher loura, de olhos azuis e a parte inferior do corpo em forma de peixe. Esta descrição na verdade é da sereia européia e não da Iara amazônica.
A Iara, além de ser confundida com a sereia européia, o é também com a Iemanjá africana e na verdade nada tem a ver nem com uma nem com outra. Na verdade, a Iara é uma linda mulher morena, de cabelos negros e olhos castanhos. De beleza ímpar, os que a vêem nua a banhar-se nos rios não conseguem dominar seus desejos e atiram-se nas águas e nem sempre voltam ao mundo dos vivos. Os que o fazem, voltam assombrados, falando em castelos, séquitos e cortes de encantados, e é preciso muita reza e pajelança - e de um pajé com muita força - para tirá-lo do estado de torpor.
Alguns a descrevem como tendo uma cintilante estrela na testa, que funciona como chamariz para atrair o olhar e assim ser facilmente hipnotizado. Dizem os índios, que é tão linda que ninguém resiste ao seu encanto e costuma arrastar as pessoas com seu canto mágico para o fundo das águas. Os índios têm tanto medo da Iara, que ao entardecer evitam ficar perto dos lagos e rios.

Questionamentos:
 Qual o nome da lenda?
 O que a sereia fazia para chamar os índios?
 Como era a sereia?





Atividade: colar papel picotado na calda da sereia Iara.






OUTRAS ATIVIDADES:



Segunda-feira, 17 de agosto de 2009.
Rotina: organização dos alunos para o lanche e chamada.
Rodinha: apresentação do Projeto Folclore. Conversa informal sobre o assunto, o que é Folclore, lendas que serão trabalhadas, brincadeiras e brinquedos, rodas cantadas e músicas.
Texto complementar:
Folclore
Podemos definir o folclore como um conjunto de mitos e lendas que as pessoas passam de geração para geração. Muitos nascem da pura imaginação das pessoas, principalmente dos moradores das regiões do interior do Brasil. Muitas destas histórias foram criadas para passar mensagens importantes ou apenas para assustar as pessoas. O folclore pode ser dividido em lendas e mitos. Muitos deles deram origem às festas populares, que ocorrem pelos quatro cantos do país.
Lendas
As lendas são estórias contadas por pessoas e transmitidas oralmente através dos tempos. Misturam fatos reais e históricos com acontecimentos que são frutos da fantasia. As lendas procuraram dar explicação a acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais.
Os mitos são narrativas que possuem um forte componente simbólico. Como os povos da antiguidade não conseguiam explicar os fenômenos da natureza, através de explicações científicas, criavam mitos com este objetivo: dar sentido as coisas do mundo. Os mitos também serviam como uma forma de passar conhecimentos e alertar as pessoas sobre perigos ou defeitos e qualidades do ser humano. Deuses, heróis e personagens sobrenaturais se misturam com fatos da realidade para dar sentido à vida e ao mundo.

Atividade: mostrar o vídeo com a lenda do Boto, após questionar os alunos recontando a lenda.
“Boto – juro que vi, é um desenho animado que retrata a lenda folclórica. (Vídeo retirado do youtube).
Acredita-se que a lenda do boto tenha surgido na região amazônica. Ele é representado por um homem jovem, bonito e charmoso que encanta mulheres em bailes e festas. Após a conquista, leva as jovens para a beira de um rio. Antes de a madrugada chegar, ele mergulha nas águas do rio para transformar-se em um boto.
Atividade 2: mural dos Botinhos.
Materiais: papel pardo, papel crepom, desenhos de botos e muc.
Distribuir para cada aluno um folha com o desenho do boto, onde eles terão que colori-lo e após recortá-lo.
Mural – amassar o papel pardo azul e colá-lo no mural representando o mar. Anexar a lenda em um canto do mural.
Botinhos – cada aluno irá colar seu boto no mural.


Projeto Folclore na sala de aula

ESSE PROJETO FOI REALIZADO COM PESQUISA DA WEB.

Projeto: Folclore.

Tema: O folclore na sala de aula.

Clientela atingir: alunos de 03 a 04 anos de idade.

Duração: 17 a 31 de agosto de 2009.

Justificativa: Folclore é a maneira de agir, pensar e sentir de um povo ou grupo com as qualidades ou atributos que lhe são inerentes, seja qual for o lugar onde se situa o tempo e a cultura. Não é apenas o passado, a tradição; ele é vivo e está ligado à nossa vida de um jeito muito forte. Por isso, é tão importante conhecê-lo.

O saber folclórico é o que aprendemos informalmente no mundo, por meio do convívio social - por via oral ou por imitação. Ele é universal, embora aconteçam adaptações locais ou regionais, como conseqüências dos acréscimos da coletividade.

Portanto, O saber popular é um dos pontos de partida para o fazer pedagógico, buscando assim ampliar o conhecimento, compreensão e análise sobre o folclore brasileiro através do diálogo com os alunos, de questionamentos a respeito de suas próprias experiências sobre as diversas lendas, brincadeiras, brinquedos, parlendas, cantigas, trava-línguas e etc.,

Objetivo geral:

Despertar e estimular o prazer pela cultura popular, valorizando as manifestações folclóricas, a diversidade cultural das várias regiões do Brasil.

Objetivos específicos:

  • Valorizar as manifestações culturais;
  • Estimular o gosto pelo pela cultura popular;
  • Resgatar brinquedos e brincadeiras folclóricas;
  • Conhecer algumas lendas folclóricas;
  • Desenvolver a socialização da criança, incentivando o trabalho em grupo;
  • Desenvolver a linguagem oral e escrita;
  • Ampliar o vocabulário;
  • Propiciar às crianças a participação em diversas brincadeiras;
  • Estimular o ritmo, a criatividade e prazer pelas cantigas de roda;
  • Desenvolver e trabalhar a coordenação motora ampla e fina;
  • Desenvolver e estimular a expressão corporal;

Conteúdos:

  • Data comemorativa – Folclore;
  • Coordenação motora – ampla e fina;
  • Discriminação auditiva e visual;
  • Expressão oral;
  • Esquema corporal;
  • Ritmo e dança;
  • Músicas;
  • Artes plásticas;
  • Dramatização e criatividade;
  • Sistema de numeração – noção de quantidade;
  • Formas e cores;

Metodologia:

  • Conversas e debates relacionados ao tema;
  • Grafismo – desenho, pintura, traçado, dobraduras;
  • Recortes e colagens;
  • Jogo – memória e quebra-cabeça;
  • Reprodução de histórias;
  • Músicas – cantigas;
  • Historinhas e lendas;
  • Escolher por meio de votação as lendas preferidas dos alunos;
  • Elaborar um gráfico com o resultado da votação;
  • Confecção de um painel da lenda do Boto;
  • Construção da Árvore do Curupira;
  • Confecção de um painel do Saci-Pererê;
  • Construção do mural da lenda da Iara;
  • Construção do Boitatá com material de sucata;
  • Construção de brinquedos;
  • Teatrinho das “Travessuras de Saci-Pererê”.

Culminância: exposição dos trabalhos confeccionados pela turma e apresentação da peça teatral “As aventuras de Saci.

Avaliação: Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.

“Todo conhecimento começa num sonho.

O conhecimento nada mais é que a aventura pelo mar desconhecido,

em busca da terra sonhada.

Mas sonhar é coisa que não ensina.

Brota das profundezas da terra.

Como mestre só posso então te pedir uma coisa:

Conte-me seus sonhos para que sonhemos juntos”.

Rubem Alves

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

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Prometo:

Prometo valer-me do conhecimento que me foi dado como instrumento de mudança e construção de um mundo onde o homem possa realizar-se com liberdade. Prometo, no exercício de minha profissão, enfrentar os desafios que a educação me propõe, com criatividade, perseverança e competência, buscando novos caminhos para o processo educacional. Prometo envolver-me com meus alunos no espaço que existe entre teorizar e viver a prática, porque acredito ser nesse espaço que educadores e educandos se encontram e se transformam mutuamente. Prometo não isolar no gabinete da Administração Escolar, mas dele partir para uma realidade mais abrangente, em que eu possa enxergar o homem no seu contexto social e político e que o meu trabalho na educação tenha um sentido justo, observando sempre os dispositivos legais e éticos da profissão.