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domingo, 22 de novembro de 2009

Plano de aula: A tarataruga e a lebre

Conteúdo:
• Raciocínio lógico;
• Atenção;
• Dramatização;
• Coordenação motora fina;
• Pintura e recortes.
Objetivos:
• Desenvolver o raciocínio lógico e a atenção através do jogo da velha dos animais;
• Trabalhar a coordenação motora fina através da confecção do jogo.
Rodinha: em circulo escutar ao som da historinha A tartaruga e a lebre, questionar os alunos sobre a história e dramatizá-la, escolhendo um aluno para ser a tartaruga e outro para ser a lebre, o restante será os animais da floresta.
Materiais para dramatização: fantasia para os personagens principais; tamborzinhos de lata de mucilom e chocalhos de latinhas de Nescau.
Após apresentar o jogo da velha da ”tartaruga” de tamanho grande. Mostrar como se joga.

Resumo da história:
Certo dia, a lebre desafiou a tartaruga para uma corrida, argumentando que era mais rápida e que a tartaruga nunca a venceria. A tartaruga começou a treinar enquanto era observada pela lebre, que se ria dos esforços da tartaruga.
Chegou o dia da corrida. A lebre e a tartaruga posicionaram-se e, após o sinal, partiram. A tartaruga estava correndo o mais rapidamente que conseguia, mas foi ultrapassada pela lebre que, visto já estar a uma longa distância da sua concorrente, se deitou a dormir.
Enquanto a lebre dormia, não se dava conta que a tartaruga se ia aproximando mais rapidamente da linha de chegada. Quando acordou, a lebre, horrorizada, viu que a tartaruga estava muito perto da linha de chegada. Assim, a lebre começou a correr o mais depressa que pode, tentando a todo o custo ultrapassar a tartaruga. Não conseguiu.
Após a vitória da tartaruga, todos foram festejar com ela.



Atividade 1: confeccionando o jogo da velha.
Materiais: desenhos de tabuleiro, muc.
Distribuir os desenhos que serão os tabuleiros do jogo e cada aluno terá que colorir o seu.



2 plano de aula:

Conteúdo:
• Construção de texto – A TARTARUGA E A LEBRE (fala dos alunos);
• Desenho livre sobre a história;
• Cartaz com o texto e os desenhos;
• Educação física.
Objetivos:
• Construir um texto da história da tartaruga e a lebre;
• Desenvolver a criatividade através de desenhos;
• Confeccionar um cartaz com a história recontada pelos alunos.
Atividade 1: construindo o texto.
Em círculo o professor irá fazer com que os alunos lembrem sobre a história A TARTARUGA E A LEBRE. O professor irá escrevendo-a em um cartaz em forma de texto a história contada pelos alunos deixando espaço para os mesmos ilustrarem.

Atividade 2: recontando a historia da Tartaruga e a Lebre.
Pedir que os alunos recontem a história para o grande grupo.



3 plano de aula:

Conteúdo:
• Motricidade fina;
• Traçado e colagem;
• Coordenação motora ampla.
Objetivos:
• Trabalhar a motricidade fina;
• Desenvolver movimentos amplos.
Atividade 1: relembrar a historinha da Tartaruga e a Lebre, após aplicar a atividade.



4 plano de aula:

Conteúdo:
• Dramatização - da historinha Tartaruga e a Lebre;
• Qualidades;
• Construção - mural das qualidades da Tartaruga;
• Recortes e colagem - com revistas no mural.
Objetivos:
• Dramatizar histórias;
• Identificar e transmitir qualidades;
• Trabalhar a motricidade fina.

Atividade 1: encenar com os alunos a história da Tartaruga e a Lebre.
Materiais para dramatização: fantasia para os personagens principais; tamborzinhos de lata de mucilom e chocalhos de latinhas de Nescau para o restante da turma.

Atividade 2: qualidades.
Questionar os alunos sobre qualidades, se eles sabem o que é, e após perguntar quais as qualidades que a Tartaruga e a Lebre têm.

Atividade 3: mural das qualidades da Tartaruga.
Materiais: papel pardo, revistas e muc.
Desenhar uma tartaruga grande no papel pardo onde os alunos terão que recortar de revistas imagens que gostaram e colar no casco da tartaruga. Após o professor irá questionar novamente os alunos solicitando que cada um, de uma qualidade a Tartaruga. Escrever o a qualidade no mural junto o nome do aluno.
Fixar o mural na parede da escola.

Mais atividades para trabalhar com o tema.







Molde da tartaruga

Redação




















Critérios para contar histórias

• Seleção dos textos - Os textos eram selecionados cuidadosamente com a ajuda do professor, evitando preconceito ou moralismo e o repertório era formado por diferentes histórias, populares ou autorais, escolhidas entre os diversos gêneros literários, como o conto, as fábulas, os mitos, as lendas, os poemas narrativos etc.

• Preparação do aluno contador - Após ter selecionado a história, é hora de o aluno, com a orientação do professor, prepará-la para contar aos colegas. Isso significa estudá-la, observando seus detalhes, compreendendo as partes que a constituem (introdução, desenvolvimento, clímax e desfecho), para transmiti-la com propriedade ao ouvinte. Isto é: saber revelar os pontos emocionantes na narrativa, o ritmo adequado, destacar o suspense com pausas, utilizar adequadamente o silêncio, falar com clareza, olhar para todos os ouvintes e usar uma movimentação corporal que possa enriquecer a narrativa.
A estratégia utilizada para que os alunos se apropriassem das técnicas necessárias foi trabalhá-las nas oficinas de contação.

• Apresentação – Aconteceu mensalmente, momento em que os participantes da oficina socializaram o prazer de contar e ouvir histórias com a comunidade escolar.

• Produto final - O projeto culminou com o “Festival de Contadores de Histórias”, evento em que se consolidou o grupo de Contadores de
Histórias.
Em seguida faz-se um breve relato dos resultados e das atividades desenvolvidas ao longo dos encontros com os alunos participantes da oficina.

Estratégia utilizada para contação de histórias

1ª - Estudar a história.
Não é necessário memorizar, mas é preciso compreendê-la, guardar as seqüências dos fatos e saber como transmitir toda a emoção no momento exato, tornando-a apaixonante.

2ª – Sentir a história.
A história deve despertar a sensibilidade de quem a conta, sem emoção não haverá sucesso.

3ª – Ter domínio completo sobre o texto.
O contador tem que estar seguro sobre o que vai contar, senão é melhor não contar.

4ª – Acreditar na história.
O contador tem que fazer o ouvinte acreditar naquilo que está sendo contado, por mais irreal que pareça, tem que passar credibilidade.

5ª – Olhar para a platéia.
O olhar é um vínculo fundamental de ligação entre o narrador e o público.

6ª - Falar com voz clara e agradável.
Contar com naturalidade é contar sem afetação, de forma clara, audível e agradável, sem impostar a voz ou falar em falsetes.
7ª - Ser comedido nos gestos.
Se exagerar em gestos sem objetivos, quando fizer um que seja necessário para melhor entender a história, tal gesto não será notado.

Dinâmicas estimulantes para o desenvolvimento da imaginação

Técnicas de dinâmicas estimulantes para o desenvolvimento da imaginação, da memorização, da interação com o grupo, da expressão corporal etc.

• A dinâmica do Passa e Repassa: consiste em formar uma roda em torno do professor que, no centro, segura uma bolinha na mão. O aluno a quem ele entregar a bolinha deverá dizer uma frase para dar início a uma história. Esse aluno passa a bolinha para outro colega, que dá continuidade à frase, assim por diante, até que o final da história aconteça quando o último da roda receber a bolinha.
Nesse transcorrer da atividade, o professor pôde observar as dificuldades dos alunos com relação à oralidade, à capacidade imaginativa, ao tom de voz e à postura.
Os participantes gostaram bastante dessa atividade e quiseram repeti-la várias vezes.

• A dinâmica do Leque de Palavras: consiste em sanfonar um papel em forma de leque, colocando em cada dobra uma das seguintes perguntas:
Quem era? De onde veio? O que pretendia? Com quem se encontrou?
Em que se transformou? Por quem foi transformado? Por que foi transformado? Que rumo tomou? O leque será passado para que os participantes respondam às perguntas, sem ler a resposta anterior, que permanecerá dobrada. Ao final, desdobrar o leque e ler as respostas.
Criar uma história com o que foi formado.
Através dessa técnica, os alunos puderam demonstrar a capacidade de improvisação e seu potencial imaginativo.

• A dinâmica do Contando um Conto: consiste em formar um círculo com os alunos e propor que eles leiam um trecho do conto “O Compadre da Morte” de Câmara Cascudo. Em seguida, mostrar as partes essenciais do texto, aquelas que não podem ser retiradas para que o texto tenha seqüência lógica. Solicitar que um aluno fique no meio do círculo e, sem olhar o texto, conte-o de memória. Esse momento é importante para dar algumas sugestões de técnica de contação de histórias, tais como: comentar se o aprendiz está gesticulando demais, se está olhando para o chão, andando de um lado para o outro, ou se a sua mão está presa em alguma coisa. Chame a atenção para os vícios de linguagens e para a clareza da voz. Após todas essas observações e comentários, pede-se que o aluno reconte o trecho da história percebendo os seus avanços.
Essa atividade foi muito importante para poder observar a performance dos alunos e a capacidade de memorização.

• A dinâmica da Cartola Mágica: para tanto, utiliza-se a fantasia do objeto mágico, ou seja, a professora retira de dentro da cartola mágica um objeto e o aluno tem que iniciar uma história fornecida por esse objeto. À medida que os objetos são retirados, o fio da história continua e somente alcançará o seu final quando o último objeto for retirado da cartola.
Os alunos se divertiram bastante com essa atividade. Foi um momento bastante importante para que o professor pudesse observar os avanços dos participantes em relação à criatividade e à imaginação.

• A dinâmica da Criação de Personagens: o professor forma um círculo com os alunos e no centro coloca tule de diversas cores. Cada aluno deverá escolher duas cores de tule e imaginar uma personagem com as cores escolhidas. Por exemplo: a cor preta e roxa poderia ser representada pela personagem de uma viúva. A cor azul e amarela poderia ser sol no horizonte, etc.
Os alunos ficaram muito excitados com esta atividade, porém observou-se que alguns participantes da oficina tiveram dificuldades em criar um personagem.

• A dinâmica do Novelo de Lã: os participantes sentam-se em círculo, formando uma roda. A professora conta a história da “Moça Tecelã” de
Marina Colassanti. Logo após, ela comenta com os alunos que as cores podem lembrar sensações, emoções, fatos, cheiros... Então, os alunos são questionados sobre qual é o cheiro da chuva? Qual a cor do calor?
Qual da cor da alegria? Qual a cor do som de sinos bimbalhando? Qual a cor dos raios no céu de chuva?... Após esses questionamentos, a professora coloca no centro do círculo pedaços de fios de lã de várias cores e pede que eles peguem cores referentes a lembranças de coisas acontecidas em suas vidas, solicita que contem as histórias que lembram e, ao final de cada uma, amarre o fio à história que será contada na seqüência. Ao final, o novelo formado conterá todas as histórias contadas pelos alunos.
Alguns alunos quiseram contar mais de uma história. O tempo foi curto para tantas histórias...

• A dinâmica de Leitura expressiva: a técnica consiste em ler em voz alta uma frase dada pelo professor observando o ritmo das frases; as pausas
(breves); o silêncio (longo); e a melodia (modulação das frases). Ex: No morro chato, tem uma moça chata, com um tacho chato, no chato da cabeça. Moça chata, esse tacho chato é seu?
Os alunos gostaram muito desse exercício e quiseram repeti-lo várias vezes até falarem corretamente a frase.

• A dinâmica da Forma, Cores e Objetos: a técnica consiste em atribuir emoções e ações para as cores, formas e objetos. A professora leva para a oficina vários cartões coloridos e pede aos alunos que atribuam uma característica àquela cor. Ex: azul – tranqüilo; vermelho – violento; laranja- alegre. Depois lhes mostra vários cartões com formas geométricas - círculo, triângulo, quadrado - e pede que os alunos atribuam uma emoção àquelas figuras, como por exemplo: quadrado sério; círculo divertido; semicírculo esquisito. E, finalmente, a professora mostra-lhes um objeto e pede que eles atribuam uma função mágica ( ex: anel mágico; bastão transformador). Então, a professora monta uma história com o que foi criado. Após a explicação das regras, os alunos foram distribuídos em três grupos para dar vida à atividade.
Ao final da atividade, ficaram claros os avanços dos participantes quanto à oralidade, sua capacidade imaginativa e à memorização.
Outra técnica de memorização trabalhada com os alunos contadores na oficina foi:

• A dinâmica da Memorização: para tanto o professor apresenta uma história aos alunos e pede que eles a leiam silenciosamente. Depois, o professor pede que os alunos releiam a história em voz alta e grava a fala dos alunos em um gravador, a fim de eles ouvirem essa história várias vezes.
Os alunos ficaram muito empolgados com essa atividade. O fato de eles escutarem o som da própria voz tornou o exercício muito estimulante.

A arte de contar histórias

Pesquisa na web.
A arte de contar histórias
O que é uma historia?
O que caracteriza uma historia e uma serie de eventos que levam a um fim imediato.São eventos que se completam e que fazem da historia uma experiência que começou,se desenvolveu,chegou ao auge e terminou.Os elementos essenciais a uma boa historia são:
Começo – As perguntas “quem”,”quando”,”onde” devem ser respondidas no inicio,despertando o interesse do ouvinte.
Enredo – É a sucessão dos episódios ou eventos que constituem a historia,os conflitos que surgem e a ação dos personagens.Deve ser claro,possuir seqüência lógica,não se perder em pormenores inúteis e desenvolver-se de modo que os fatos aumentem de intensidade ate atingirem o ponto culminante.
Clímax ou ponto culminante – É a conclusão lógica de tudo o que veio antes.Determina a lição que se deseja ministrar.Não precisa ser necessariamente uma surpresa, porem,não deve estar muito à vista desde o começo.A historia sem ponto culminante é uma historia fraca,de pouco interesse para as crianças.
Conclusão – Será simples e satisfatória,de modo que o ouvinte sinta que a historia terminou.O bom narrador não comete o erro de prolongar a historia depois de atingir o ponto culminante e nem menciona a moral.A moral deve ser explicita,e compete ao ouvinte descobri-la e assimila-la de acordo com sua necessidade.

Estudando a história
• Leia a historia em voz alta do começo ao fim.(Leitura audível é processo mais seguro na escolha de uma historia do que leitura silenciosa)
• Fixe na mente a seqüência lógica dos eventos.O que aconteceu primeiro,depois e depois...
• Nunca decore a historia.A memorização é perigosa,porque a memória pode falhar e você ficara em situação difícil.Conte a historia em voz alta a você mesma,usando suas próprias palavras.Leia outra vez do começo ao fim.Conte-a outra vez.Evite burilar parágrafo por parágrafo,porque a tentação de decorar será mais intensa.Tenha certeza de que tem,fixo na mente,os nomes dos personagens e a seqüência lógica dos acontecimentos.Querendo,pode decorar uma boa frase para a introdução,o ponto culminante e a conclusão.
• Viva a historia ao contá-la.Ensaie algumas vezes diante do espelho,porem,não sempre.Sua atenção deve fixar-se na historia e não em si.Se os personagens se tornarem reais para você,tornar-se-ão para as crianças também.
• Em casos de extrema necessidade,faça um esboço para consultar na hora,usando apenas os pontos principais da historia.
• Conte historias.A experiência é também uma grande mestra.Comece com um grupinho ou um só ouvinte.A medida que adquirir experiência enfrentara auditórios maiores.

Contando historias
• Há necessidade de muita oração tanto na escolha como no preparo e na apresentação da historia.
• Você precisa ter verdadeiro amor pelos ouvintes e um desejo ardente de revelar-lhes alguma coisa que você sabe.
• A apresentação da historia é a chave do sucesso.A mensagem do evangelho nunca deve ser apresentada descuidadamente.A voz e o instrumento principal.É preciso treiná-la,pois a voz humana é algo maravilhoso que pode ser desenvolvida,ao ponto de produzir muitos efeitos.Use palavras e termos que suas crianças conhecem.
• Aguarde silencio antes de começar.
• Procure olhar bem nos olhos das crianças e não por cima de suas cabeças.Se você desviar o olhar para outras coisas,elas farão o mesmo.
• Use apenas gestos que lhe forem naturais.Nada de afetação.
• Seja simples e sóbria.Jóias e roupas espalhafatosas desviam a atenção.
• Conte a historia devagar.As crianças precisam de tempo para reagir,por isso dê-lhes tempo.Entretanto,não conte a historia de maneira a convidar interrupções e perguntas.Se surgirem,e as vezes surgirão,ignore-as,quando possível.
• Se esqueceu uma parte,vá adiante.Não volte atrás,dizendo:”Ah,esqueci de dizer...”O remédio para prevenir o esquecimento é estudar bem a historia.
• Dê colorido à historia com palavras expressivas e apele aos sentidos dos ouvidos.
• Permita que a historia atinja o fim,sem que você precise acrescentar a moral.
• Conte a historia com encanto e prazer.
• Esqueça-se de si e viva a historia.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Mini livrinhos infantis 2

Uma maravilha de coleções de livrinhos para a edu. infantis e para o ensino fundamental, sugestão do blog da minha amiga Liza.

(http://espacoeducar-liza.blogspot.com/)





DOWNLOADS DA COLEÇÃO COMPLETA CLICANDO NO DESENHO A BAIXO

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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

TEXTINHOS















RECEITA DA PAZ










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Prometo:

Prometo valer-me do conhecimento que me foi dado como instrumento de mudança e construção de um mundo onde o homem possa realizar-se com liberdade. Prometo, no exercício de minha profissão, enfrentar os desafios que a educação me propõe, com criatividade, perseverança e competência, buscando novos caminhos para o processo educacional. Prometo envolver-me com meus alunos no espaço que existe entre teorizar e viver a prática, porque acredito ser nesse espaço que educadores e educandos se encontram e se transformam mutuamente. Prometo não isolar no gabinete da Administração Escolar, mas dele partir para uma realidade mais abrangente, em que eu possa enxergar o homem no seu contexto social e político e que o meu trabalho na educação tenha um sentido justo, observando sempre os dispositivos legais e éticos da profissão.